Poesia Z

Quando a corte silente do pensar
Eu convoco as lembranças do passado,
Suspiro pelo que ontem fui buscar,
E não havia...

Ao deparar-me, choro o tempo já desperdiçado.
Afogo o olhar em lágrimas,
Tão rara que tu és!

Pranteio dor que o anoitecer não supera
E tais dores,
Relembram-me as inúmeras sagas
Suspiro por ontem não haver...

Lastimando o que aconteceu,
Sofro meus erros cometidos
Choro o já chorado e já sofrido

Mas amiga, em ti penso não só num minuto,
Mas em dias contínuos.
Vão-se as sagas,
Mas minhas lembranças jamais hão de ir.

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